29 de março de 2009

Morte...


Ó morte minha que tenho tão certa
Em que esquina estarás à minha espera?
Quando deixarás tu a porta aberta?
Lentamente me leves, quem me dera!

Para os outros o mal, pra mim não era...
Se eu estiver a dormir por tua oferta
Quero que me acordes na Primavera
Sem ti minha vida jamais desperta.


E terás tu meu sangue que coalhar
Leva-me de vez fiel companheira
Aqui, por mim ninguém irá chorar.

Terei eu que esperar a vida inteira?
Porque não queres tu vir-me buscar?
Deixa-me em sítio que alguém me queira!
ASS: DIFERENTE

4 Comentários:

Blogger Daniel Silva disse...

A morte está-te garantida. É a maior certeza que podes ter na vida. Não precisas de invocá-la ;)

Um brisa quante para ti :)

Hugs

29 de março de 2009 às 18:40  
Blogger Daniel Silva disse...

Olá

Passa no meu blogue. E aceita o prémio ;)

Abraço =)

31 de março de 2009 às 23:30  
Blogger Francisco Vieira disse...

Sublime...absolutamente sublime...
Que prazer visitar o teu blog...que pessoa extraordinaria deves ser tu. Nao pares nunca de te mostrar ao mundo...precisamos de ti, quem quer que sejas...obrigado por seguires o meu blog

12 de abril de 2009 às 13:02  
Blogger Carlos Gonçalves disse...

Este poema, na sua angústia, é lindo!
A verdade é que os poetas e os prosadores, são, normalmente, pessoas de esperança, desesperançadas...
Eu sinto o memso que tu, sou um ser inquieto, desassossegado e, infelizmente, a desassossegar todos à minha volta.
Um abraço e... continua.
Carlos Manuel Gonçalves
Travessas.blogspot.com

14 de abril de 2009 às 20:57  

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