9 de setembro de 2009

eles...


Reduzido ao silêncio penso em ti
Imagino teus beijos em meu rosto
Quero provar o que nunca comi
Pequei por ti ao provar o teu gosto

Servirei pra sempre de teu encosto
Me enfeitiçaste logo que te vi
A seguir-te pra sempre fiquei disposto
Por tua ordem a maçã eu comi

Minha pequena Eva, juntos lutámos
Teu Adão sempre serei toda a vida
Só Deus sabe o quanto nos amamos!

Esta união jamais será partida,
Por tal, o Paraíso abandonámos
Nosso Amor nunca terá despedida!

ASS: Diferente

8 Comentários:

Blogger Francisco Vieira disse...

Retenho isto, de um todo que tao bem dizes neste lindo poema. Gosto da forma que escreves e te expressas. Da tua evidente maneira de amar e de cantar em verso o Amor.

"Esta união jamais será partida,
Por tal, o Paraíso abandonámos
Nosso Amor nunca terá despedida!"

9 de setembro de 2009 às 16:39  
Blogger Terra de Encanto disse...

...que o teu Amor seja imenso e portador de felicidade. Grandioso.

9 de setembro de 2009 às 16:40  
Blogger Daniel Silva (Lobinho) disse...

A tua poesia é muito sui generis e talvez por isso a aprecie, e os teus temas sao recorrentes. espero que muito do que espelhas nao seja o reflexo de uma realidade triste, mas estados de alma e legitimos anseios.

Lindo.

9 de setembro de 2009 às 20:28  
Blogger Hérlon Fernandes Gomes disse...

Caro Diferente,
Em primeiro lugar, o anonimato instiga e intriga sobre sua pessoa. Em segundo lugar, identifiquei-me sobremaneira com sua poesia - acho que sentimos o mundo de maneira similar! Volte mais vezes ao Arqueologia da Alma.
Abraços tropicais do Brasil.

10 de setembro de 2009 às 14:49  
Blogger Graça Pereira disse...

É por isto que é "Diferente" vir aqui. A história de Adão e Eva, é a nossa história de todos os dias. Um bj Graça

10 de setembro de 2009 às 21:23  
Blogger O Profeta disse...

Troquei as voltas a um Golfinho feliz
Afagei a cria de uma Baleia azul
Confundi uma nuvem com ilha encantada
Perdi-me na rota entre o Norte e o Sul

Aprisionei o olhar de uma gaivota
Enchi a alma com penas de imensa leveza
Enchi o coração de doce maresia
Adormeci nos braços da incerteza

Vem viajar comigo no meu barco de papel


Bom domingo

13 de setembro de 2009 às 16:15  
Blogger Ademerson Novais disse...

Quantas palavras e brilhantismo para formar textos belos e dignos de serem lidos varias e varias vezes....parabens..por nos trasnportar para belos cenarios de emoçoes....


Ademerson Novais de Andrade

13 de setembro de 2009 às 20:03  
Blogger Rabisco disse...

O amor condenado no paraíso nunca terá sido em vão, não é mesmo?
Existirá sempre em cada uma das histórias de todos nós, naquelas histórias que nos voltam a fazer sonhar...

Abraço

16 de setembro de 2009 às 15:06  

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