12 de abril de 2010

Flores...


Vai lírio, esmaga de vez esse cravo
Que liberdade me deu e eu não sinto!
Rosa branca com teu espinho bravo
Espeta-me de desgosto quando minto!

Espanca-me tulipa com teu cinto,
Marca-me o rude rosto que eu lavro,
Selvagem orquídea, eu te pinto
Envenena esta vida que eu agravo!

E essa magnólia que tanto admiro,
Estrelícia, cresces só para mim...
Purificais todo o ar que eu respiro!

Perfume fabricado de jasmim...
De todos é aquele que eu prefiro,
Adoro esta tristeza do jardim!

ASS: Diferente

7 Comentários:

Blogger Sonhadora disse...

Meu amigo
Como é lindo este poema...adorei.

Beijinhos
Sonhadora

12 de abril de 2010 às 14:56  
Blogger rosa-branca disse...

Olá meu amigo, lindo o teu poema. Adoras sim a tristeza do teu jardim, pois os jardins são alegres e maravilhosos, ou não tivessem eles flores. Beijos

12 de abril de 2010 às 21:22  
Blogger walter disse...

Como sempre encantas-me e emocionas-me com o teu verbar...

Parabéns, gostei do teu jardim!

Abraço

Walter

12 de abril de 2010 às 22:10  
Blogger Andradarte disse...

Bonito soneto, feito com belas flores.
Abraço

12 de abril de 2010 às 23:08  
Blogger intervalo disse...

As flores reunidas,lírio meu preferido,esmaga o cravo que deu-me a liberdade e não sinto.Lindo poema!Bom fim de semana com perfuem dos líros do campo.beijosss

16 de abril de 2010 às 20:00  
Blogger ONG ALERTA disse...

Ficou bárbaro, mas as flores saõ tudo de bom , paz.

17 de abril de 2010 às 13:43  
Blogger Angel in the dark disse...

Magnificas metáforas com flores!

18 de abril de 2010 às 17:53  

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