3 de junho de 2009

Não me morras...











Não aceito a ideia que vais morrer.
Se fosses imortal quão vão seria!
Minha alma há muito vagueia a sofrer
Não mais te posso amar como queria!

Perdoa minha cruel ousadia
Cobardia esta estou a dizer
Recusar-me-ei a ver a luz do dia
Concluo: sem ti não posso viver!

Amar-te-ei eternamente então
Esta Cruz não mais quero carregar
Nas trevas viverá meu coração

Alegrar-me-ei se Deus me falar
Estender-lhe-ei sempre minha mão...
Se disser que não nos vai separar!


ASS: Diferente

6 Comentários:

Blogger Ricardo Calmon disse...

Em poema esse,ode ao amor profundo,amalgamados,como se uno fossem!

Viva Vida!

3 de junho de 2009 às 23:57  
Blogger Tobias disse...

o poema , esta muito interessante mesmo , acho que e necessário um amor bastante profundo , para poderes ter inspiração para este poema..

considera te um sortudo , por teres um amor assim ..

4 de junho de 2009 às 21:40  
Blogger Vieira Calado disse...

Um soneto muito correcto!

Um abraço

5 de junho de 2009 às 00:48  
Blogger Otário disse...

o amor nem sempre basta, mesmo assim.

5 de junho de 2009 às 12:28  
Blogger Sonia Schmorantz disse...

"Conte a sua história ao vento,
Cante aos mares para os muitos marujos;
cujos olhos são faróis sujos e sem brilho.
Escreva no asfalto com sangue,
Grite bem alto a sua história antes que ela seja varrida na manhã seguinte pelos garis.
Abra seu peito em direção dos canhões,
Suba nos tanques de Pequim,
Derrube os muros de Berlim,
Destrua as catedrais de Paris.
Defenda a sua palavra,
A vida não vale nada se você não
viver uma boa história pra contar."
(Pedro Bial)

Na impossibilidade de entrar em detalhes, como eu gostaria imensamente como todos amigos que tenho, venho trazer um pouco de poesia e desejar que seu domingo, sua nova semana seja de mil cores, que tenhas muitas alegrias!

Um abraço

Sônia

7 de junho de 2009 às 04:41  
Blogger Silvy disse...

Um belo soneto...
Profundo e badalado como o amor deve ser.
Bjs

2 de agosto de 2009 às 13:50  

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