13 de abril de 2012

Mãe Sangue



Mãe Sangue, qual o Anjo que me chama?
Qual o que me apoquenta em meus retiros?
Qual desses me quer arrastar prá lama?
Será um dos que chamas de vampiros?

Embebedam-me a alma com suspiros…
Sofro, já todo o meu corpo reclama
Fortemente alvejado com os tiros
Daqueles que dormem em tua cama!

Obriga-os de vez a desistir
Deixem de morder podre carapaça…
Deste corpo que se está a esvair

Não vês que acentuas minha desgraça?
Pilatos és, mas continuo a ouvir!
Diz Mãe Sangue, que queres tu que eu faça?

3 Comentários:

Blogger rosa-branca disse...

Sempre igual(belo) e sempre diferente. Adorei. Beijos com carinho

22 de maio de 2012 às 23:01  
Blogger Graça Pereira disse...

Poema lindo mas cheio de muitas interrogações e receios... Finalmente voltaste e ainda bem!
Amigo que ainda não descobri quem és...vou espaçar as minhas postagens porque...estou a acabar o meu livro. Se puderes, dá um pulo ao meu blogue.
Beijo amigo
Graça

23 de maio de 2012 às 14:26  
Anonymous Anónimo disse...

Gostava de não pensar tanto como referiste algures num texto q me agradou em 2009.

26 de março de 2013 às 03:51  

Enviar um comentário

Subscrever Enviar feedback [Atom]

<< Página inicial